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quarta-feira, 4 de janeiro de 2023

 Elevador do Bom Jesus do Monte


   O ascensor do Bom Jesus do Monte acabou por suceder à - Companhia de Carris de Ferro Americano - tratavam-se de carros puxados sob carris por equídeos que, por fim, já no século XX, deram lugar aos elétricos. O projeto do ascensor é da autoria do engenheiro suíço Nikolaus Riggenbach - os trabalhos de construção arrancaram em março de 1880, com o auxílio técnico do engenheiro português de ascendência francesa, Raul Mesnier du Ponsard

   A inauguração ocorreu em 25 de março de 1882. 

   O Elevador do Bom Jesus do Monte está classificado como Imóvel de Interesse Público. Trata-se de uma obra complexa da engenharia de Oitocentos, movida a água, do tipo "vai e vem", em que uma carruagem é cheia com água para poder descer, e a outra, acoplada por um cabo à primeira, é esvaziada e, pela diferença de peso, é içada para o local de enchimento - o ciclo é sempre o mesmo.

(Rui Maia 8 de fevereiro de 2020)


quarta-feira, 28 de dezembro de 2022

quarta-feira, 21 de dezembro de 2022

 Apresentação pública da Revista Estudos Regionais




No próximo dia 29 de dezembro (quinta-feira), o Centro de Estudos
Regionais apresenta o número 16, da 2a série, da revista Estudos
Regionais. O lançamento público terá lugar no Salão Senhora do
Carmo, no Convento do Carmo (Viana do Castelo), às 17.30 horas. A
apresentação estará a cargo do Pe. Joaquim Teixeira, Superior da
Comunidade dos Carmelitas Descalços da Domus Carmeli, em
Fátima, e Delegado Provincial para a Ordem Secular dos Carmelitas
Descalços em Portugal.
A revista Estudos Regionais é uma publicação de periodicidade
anual, editada pelo Centro de Estudos Regionais, que conta com a
colaboração de investigadores de diferentes áreas no domínio das
Ciências Sociais e Humanas. Coordenada cientificamente pela Profa
Doutora Glória Solé, docente e investigadora na Universidade do
Minho, a publicação do corrente ano é composta por 264 páginas e
apresenta estudos, artigos, registos e recensões da autoria de Ana
Carolina Pereira, António Matos Reis, António Viana da Cunha, Carlos
Branco de Morais, Carlos Subtil, Gonçalo Maia Marques, Henrique
Rodrigues, José Carlos Loureiro, Manuel Costa Pereira, Maria de
Lurdes Carreira, Maria João Pires, Noé Castro, Ricardo Torres, Rui
Maia, Sara Silva e Vitor Mattos. A revisão das traduções coube a “The
British Academy” e o design é da responsabilidade de Rui Carvalho.
A edição do presente ano dedica a capa e um artigo à comunidade
carmelita de Viana do Castelo, associando-se, dessa forma, à
comemoração dos 400 anos da fundação do Convento de Nossa
Senhora do Carmo, que teve lugar em 2021, e à evocação dos 90
anos do regresso da Ordem a Viana do Castelo, que decorreu este
ano.
A sessão de apresentação é pública.
Os associados do Centro de Estudos Regionais, com as quotas
atualizadas, recebem um exemplar da revista. Os exemplares podem
ser recolhidos na sede da associação a partir do dia 30 de dezembro
de 2022, no horário de funcionamento, ou solicitados para envio por
correio postal. Para o efeito, os interessados devem enviar uma
mensagem para a morada de correio eletrónico
(estudosregionais@sapo.pt), indicando o endereço de expedição. Os
envios terão lugar a partir do dia 3 de janeiro, mediante o
pagamento dos custos associados.

A Direção do Centro de Estudos Regionais
Viana do Castelo, 21 de dezembro de 2022
(Rui Maia 29.12.2022 Convento do Carmo)







sábado, 3 de dezembro de 2022

 A Azenha de Estorãos (Ponte de Lima)


   A Azenha que se traz a lume é a Azenha que se localiza no rio Estorãos (afluente do rio Lima) na freguesia com o mesmo nome, no concelho de Ponte de Lima. A Azenha encaixa num cenário verdadeiramente surreal, de tão belo, bucólico, idílico - quase sobrenatural. A Ponte Romano-Medieval é contemplada com um Cruzeiro, na sua parte central e, ao sair da Ponte para a margem Sul, surge outro Cruzeiro, mesmo às portas do acesso para a Azenha, que hoje funciona com fins turísticos. A Azenha ainda conserva a sua belíssima roda, outrora alimentada pela corrente do rio, que propositadamente era guiada pelo Canal de granito. Outros tempos, outro paradigma - porém, hoje mais que nunca, urge evocar estes locais, tão ricos, ricos em tudo, soberbos, murmurando as estórias e a História da pátria amada.


O rio que corre, leva sua pureza até ao mar,

nos refresca pelo Verão, nos alimenta pelo luar.

Da farinha que transforma, do milho, e a bigorna,

do ferreiro que a fez roda, na Era que não torna.

(Rui Maia)


























(Autor: Rui Maia 03.12.2022)




Apresentação da revista “ O Anunciador das Feiras Novas” 2026 Em 1947, Augusto Amorim de Castro e Sousa deu corpo a uma “Publicação Anual de...