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domingo, 29 de novembro de 2020
sábado, 14 de novembro de 2020
Ponte Eiffel: Barcelos, Rio Côvo (Santa Eugénia)
A Ponte Eiffel de Barcelos, a primitiva, que permitiu por muitos anos a travessia dos Comboios sobre o rio Cávado (Linha do Minho) já não existe. No seu lugar foi colocada uma nova infraestrutura construída pela Sorefame em 1976. A anterior, e primitiva, foi inaugurada em 1877, pela Casa Eiffel, tendo estado ao serviço 99 anos. Os novos paradigmas de velocidade e de carga da nossa ferrovia ditaram que muitas Pontes do século XIX fossem substituídas - como foi o caso desta.
Ponte D. Maria Pia: sobre o rio Douro (Porto - V. N. Gaia)
A Ponte D. Maria Pia, localizada entre as cidades do Porto (margem Norte) e Vila Nova de Gaia (margem Sul), começou a ser construída em 1876, tendo sido inaugurada em 1877, e encerrada no século seguinte, em 1991. A empresa construtora foi "Eiffel Constructions Métalliques". Considerada uma das Obras primas de Eiffel, a verdade é que ela é mais uma Obra do Engenheiro Théophile Seyrig. Possuiu um tabuleiro com 352 metros, e dista das águas do rio Douro cerca de 61 metros. Esteve ao serviço mais de uma centúria (117 anos). Foi por muitos anos uma das Pontes com o maior "arco" em ferro do Mundo.
(Rui Maia)
sábado, 7 de novembro de 2020
Empresa Cerâmica do Minho
Esta é mais uma empresa abandonada, desta feita, na Capital do Minho, precisamente na freguesia de Cabanelas, Concelho de Vila Verde - Distrito de Braga, paralela à EN205, quem sai da vila de Prado em direção a Barcelos. Trata-se de uma empresa de cerâmica, que se encontra em completo estado de abandono, estando as suas paredes a desmoronar, e o local a ser tomado pela mãe natureza. Pouco mais se pode adiantar sobre a sua história - ficará certamente para altura oportuna. Junta-se o link que dá acesso à filmagem efetuada, e que torna mais esclarecedora a situação da infraestrutura.
(Rui Maia - autor do vídeo - 10-2020)
Ponte Eiffel do rio Âncora - Caminha
A Ponte Eiffel do rio âncora, em Caminha, é uma Obra de Arte do século XIX, projetada para a travessia ferroviária do rio Âncora, parte integrante da Linha do Minho. Trata-se de uma Obra de Arte da Casa Eiffel de Paris, inaugurada em 1878, e que serviu os seus propósitos até ao último quartel do século XX - 1989. Nessa época foi substituída pela CP - Comboios de Portugal, por uma nova infraestrutura, mercê do novo paradigma de velocidade e de carga imposto pelos novos comboios. Atualmente, a mesma encontra-se depositada num terreno de uma empresa de metalurgia, situada na Póvoa de Lanhoso, em Covelas, depois de ter sido doada pela CP em 2006 para concretizar uma travessia no Ave, em Nasceiros, que nunca viria a ser realizada. A Junta de Freguesia de Âncora debate-se há cerca de dez anos a esta parte pelo seu regresso, para ser valorizada e incorporada nas rotas do património cultural local. A Ponte Eiffel do Âncora, como atesta a fotografia aqui exibida, não está ao abrigo de quaisquer medidas de conservação, sofrendo ano após ano os efeitos colaterais do tempo e, por essa via, o aproximar do seu desaparecimento - uma vez que partes da infraestrutura foram roubadas. A autarquia da Póvoa de Lanhoso, apesar de nada querer fazer com a Obra de Arte, tem negado ou ignorado a vontade que as comunidades de Âncora manifestam para a sua valorização. Não se admite este desleixo com o nosso património cultural. Esperamos que a situação mude, e a velha Ponte seja recolocada em local nobre, para fruição das comunidades do Alto Minho, particularmente, a quem pertence por direito.
(Rui Maia - fotografia de autor (09-2019)
Valença - Ponte Internacional sobre o rio Minho (Revista Branco & Negro , janeiro de 1898)

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